Another one!

Por falar em velharias a desenterrar e colocar aqui – agora não tanto em forma de texto, mas em vídeo – há mais um que quase me escapa: uma tentativa de video-reportagem sobre um evento acontecido há exatos dois anos (e, nenhuma novidade, é sobre ciência – e crianças!). Tem alguns efeitos indesejados (culpa do MovieMaker!), mas foi gostosíssimo de fazer, editar, narrar, filmar, etc. Mas sinto que preciso voltar pras minhas aulas de TV. :-)

Anúncios

Saudades de Lijboa

A cada dia que passa, encontro mais velharias para desenterrar e colocar nesse blog-portfólio. Dessa vez, foram alguns videozinhos feitos bem caseiramente – mostram meus péssimos dotes de cinegrafista e algumas menos péssimas habilidades com Final Cut. Um é sobre o MAL, Movimento Acorda Lisboa, um dos coletivos mais legais que conheço. O outro, uma noite de poemas, bons vinhos e muita gente interessante num barzinho escondido em Alfama, feito “on demand”. Delicioso.

Lembranças do espaço

Há notícias deliciosas que têm o poder de alegrar o dia e a noite de muita gente. Principalmente em se tratando de textos sobre memórias das quais a gente gosta. Voltou ao ar um blog para o qual colaborei ainda em Portugal, o da Noite dos Investigadores de 2008. É uma das lembranças que guardo com mais carinho porque o evento esteve no embrião de uma perspectiva com Jornalismo Científico, tema com que fui me familiarizando e sobre o qual adoro aprender até hoje. Não imaginava ainda que seria uma das linhas definidoras do meu futuro.

Bom, o interessante é que cada blogueiro-cientista tem o seu perfil para se dar a conhecer ao público e em seus posts tinham a liberdade para postar sobre curiosidades de dentro e fora do laboratório. Entrei meio como quem queria espiar a coisa e no fim a experiência foi super bacana. Por fim, os posts (que não foram muitos mas foram feitos com muito esmero) estão reunidos aqui e de todos, o que mais gosto é sem dúvida o que fala sobre algumas das notas, imagens e lembranças mais memoráveis que tenho do Porto, amalgamadas num misto mágico de arte e ciência.

E espero que venham mais escapadas poéticas e interessantes como esta.

Under the spotlight and through the wind

Porque hoje estava me lembrando de um dos textos que mais gostei de ter escrito. E tenho orgulho de que seja assim, tão bonitinho. Não é lá tão comum que ache os meus textos tão fofinhos, e não sou muito adepta do uso da modéstia em exagero. Mas desse eu realmente gosto muito… e gosto ainda mais de lembrar da ocasião em que foi escrito, enquanto sentia o frio portuense nos ossos e olhava o vento soprando pela janela do quarto. Ai, saudade. :-)

Ficção pra quê?

Noites insones não servem apenas para deixar que os dedos inquietos se sintam livres para escrever, descrever e produzir. Servem para lembrar de coisas antigas, de textos antigos. Ou melhor, de raros momentos de ficções antigas. É sempre legal ver que os pensamentos evoluem, a vida evolui junto, mas a vontade de colocar para fora as palavras que explicitem essa evolução continua lá. Voilà!