Ficção pra quê?

Noites insones não servem apenas para deixar que os dedos inquietos se sintam livres para escrever, descrever e produzir. Servem para lembrar de coisas antigas, de textos antigos. Ou melhor, de raros momentos de ficções antigas. É sempre legal ver que os pensamentos evoluem, a vida evolui junto, mas a vontade de colocar para fora as palavras que explicitem essa evolução continua lá. Voilà!